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Vínculos e Estímulos na Primeira Infância

O cérebro de um bebê precisa de muito amor e estímulo para se desenvolver

É a conclusão que chegamos com base em diversos estudos e experimentos realizados por renomados profissionais ao redor do mundo. Entre eles, o da pesquisadora HallamHurt, em Filadélfia, e da neurocientista PatriciaKuhl, da Universidade de Washington, em Seattle.

Um dos estudos concluiu que as crianças que recebem mais atenção e cuidado tendem a ter melhor desenvolvimento do hipocampo – região do cérebro ligada à memória. Já o experimento da neurocientista cognitiva JuditGervain, da Universidade Descartes, em Paris, constatou que o cérebro do recém-nascido já tem, em sua parte neural, o que é necessário para aprender a língua desde quando ele nasce, reconhecendo a capacidade do bebê de reconhecer regras gramaticais. Acredita-se, também, que as crianças conseguem entender erros gramaticais já aos dois anos de idade e que, durante esse período, o vocabulário delas cresce sem parar.

O aumento do vocabulário só é possível com o florescimento de novas conexões entre os neurônios

Mas isso não acontece de forma automática: é preciso muito estímulo. Mas, não é qualquer estímulo que vale, e sim o do pai, da mãe, do cuidador. Isso porque, constatou-se que há uma diferença entre expor mais palavras ao bebê por meio de interações humanas do que pela tecnologia (televisão, rádio, celular,...)

Daí a hipótese de que o contato social é um portal para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional.

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